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Tv Cultura: Qualidade Inquestionável

Postado em Troços da facul... em 03 06 08 por guiroque

“A Cultura é uma prova de que o público não se contenta com lixo” – Essas são palavras de Marcelo Tás para o vídeo institucional da Fundação Padre Anchieta de 40 anos de Cultura: ‘A história de quem conta a história’.

Uma das melhores redes de televisão brasileira, a TV Cultura visa, sempre, trabalhar com programas educativos e que desenvolvam o raciocínio em temas políticos, sociais, ambientais e artísticos. 

Em sua trajetória destacam-se os programas infantis. Vila Sésamo, que foi ao ar pela 1° vez em 14 de abril de 1972, é o ponto de partida de uma série de sucessos bem trabalhados e reconhecidos. Bambuluá, Rá-Tim-Bum, Glub Glub, Castelo Rá-Tim-Bum, Cocoricó (considerado o melhor programa infantil do país), Mundo da Lua e mais recentemente a nova versão da Vila Sésamo e o Cambalhota compõem esse quadro fantástico que toda criança assistiu ou ainda assiste e que os pais confiam plenamente.

Também, como prova de confiança e credibilidade há o prêmio Emmy da Academia de Arte e Ciência Televisiva e o da UNICEF com a programação do dia Internacional da criança nos anos de 1998, 99 e 2000. Mais uma vez, a Cultura assume uma posição de liderança indiscutível em programas infantis. Sem mencionar que, concorrendo com a Cultura, disputaram 2.000 emissoras de 170 países.

“A TV Cultura tem que ter um reconhecimento monstruoso pelo serviço que ela presta a educação nacional”, palavras de Rosi Campos, que afirma que sua personagem Bruxa Morgana, do Castelo Rá-Tim-Bum, é a maior personagem de sua vida.

Tal sucesso da instituição também se deve, além dos infantis, aos programas que marcam época; como: Viola minha viola, com apresentação de Inezita Barroso, que é o programa de maior vida da Cultura, exibido até hoje; Repórter Eco, 1° telejornal voltado ao meio ambiente e questões de preservação da natureza; Roda Viva, programa de cunho jornalístico que tem existência de 1986 até hoje; Zoom, único programa, em TV aberta e com cobertura nacional, que exibe curta-metragens; Metrópolis, programa, exibido até hoje, sobre cultura e comportamento urbano em que Marisa Monte fez sua primeira apresentação na televisão em 1988; e mais uma série de outras produções fantásticas, cativantes e que são motivo de orgulho para nós brasileiros.

Tal é o destaque da Cultura que Antônio Abujamra – ator, diretor e apresentador do Provocações – diz: “Não devemos ser copiadores. Nós devemos ser copiados pelas outras emissoras”. Frase que retrata muito bem a Cultura: exemplo de televisão pública comprometida com a educação e orgulho para o Brasil.