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Medalhas!

Postado em Listas e tal... em 27 06 08 por guiroque

 

As mais gatas na minha humilde opinião:

 

Ouro – JÉSSICA ALBA

 

Sempre foi e sempre será dela! A mais linda e perfeita!

 

 

foto: http://beijotchau.files.wordpress.com/2007/09/jessica_alba2.jpg

  

Prata – ANNE HATHAWAY

 

Nossa! Demais também! Muito gata!

 

 

foto: http://i99.photobucket.com/albums/l283/silviaxpto/Anne_Hathaway_016.jpg

  

Bronze – SAMARA FELIPPO

Além de ser uma excelente atriz, ela é sensacional!

foto: http://ego.globo.com/Entretenimento/Ego/foto/0,,10813685-EX,00.jpg

 

 

Alguns games que marcaram época! – Parte II

Postado em Listas e tal... em 24 06 08 por guiroque

foto:http://www.coolrom.com/screenshots/genesis/Streets%20of%20Rage.gif

Dando continuidade à lista dos games, aqui vai:

 

6 – STREETS OF RAGE – Mega Drive

 

Clássico do Mega! Muito bom!

 

Trata-se de três policiais que têm a missão de deter uma gangue que aterroriza uma cidade (não me lembro qual, talvez Nova York). Dava para jogar de dois. A diversão que esse jogo trazia é inesquecível!

 

Começávamos pelas ruas da cidade, depois lembro que tinha uma fase em um navio e mais adiante numa fábrica e depois no elevador. Muito show!

 

Os inimigos eram personagens típicos da periferia urbana: os punks, garotas de boate, motoqueiros, alguns lutadores de caratê e kickboxers; enfim, todas essas “gangues” de rua eram representadas no jogo.

 

Sem contar também que durante o caminho, encontrávamos dentro das cabines telefônicas e de uns tambores de lata, garrafas, pedaços de cano para batermos nos carinhas, bombinhas de fumaça e facas. E os franguinhos? Era um tal de “deixa pra mim!”, “Não! Deixa esse pra mim!”.

 

Era muito bom derrotar os chefões. Mas tinha um que enchia o saco! Não sei se era o primeiro ou o segundo, mas era um com garras, que qualquer coisa você já caia no chão. Sem contar também aqueles palhaçinhos do decorrer das telas que atiravam bastões com fogo. Nossa! Esses eram chatos de matar!

 

Mas é isso. Streets of Rage dá de dez a zero em muitos jogos por aí!

 

7 – ALADDIN – Mega também

 

Outro joguinho legal!

 

O Aladdin pulando as brasas que ficavam no chão, subindo nas cordas, desviando dos vasos que jogavam pelas janelas, lutando contra os soldados e os atiradores de faca; sem contar os camelos que toda vez que pulávamos nas corcovas deles eles vomitavam alguma coisa que servia para matar os soldados. Muito legal!

 

A trilha sonora do filme, o cenário bem Arábia mesmo… Show de bola!

 

8 – THE KING OF FIGHTERS 97 – “Fliperamas dos botecos da vida”

 

“Round one!”, “Ready!”, “Go!”.

 

Quantas moedas gastas para comprar fichas!

 

KOF 97 era um vício danado aqui com a mulecada. Éramos o pessoal da rua, meus primos e eu no bar aqui da esquina gastando todos os míseros 25 centavos que tínhamos para comprar fichas e mais fichas.

 

Escolhi falar do KOF 97 porque, em minha opinião, foi o melhor! Sei que existem outros muito bons também; mas o 97 foi o que marcou época. Ele apresentou um novo estilo, uma nova animação. Era o que eu mais jogava.

 

Eu jogava, modéstia parte, muito bem com a King (aquela lutadora de Muay Thai que usa um smoking vinho), um primo meu era viciado com o Terry (“Power cha!”), ele sempre ganhava. Também tinha muitos outros, dentre eles: Leona, Shermie, Yashiro, Mai, Blue Mary, Joe, Kim e claro, Iori e Kyo.

 

The King 97 era muito dez no fliperama! Tempo bom viu!

 

9 – METAL SLUG I – Play I

 

Na verdade, dessa série só joguei o primeiro, é show de bola!

 

Joguei o Metal Slug pela primeira vez no sítio de um tio meu no Arujá. Depois de passar horas na piscina, era a vez de se divertir no videogame.

 

Não me lembro muito bem, sei que tinha uns carinhas que às vezes apareciam amarrados em um poste sendo assados e quando a gente os salvava ganhávamos armas, essas coisas. Tinha também um tanque de guerra que podíamos usar durante alguns instantes do jogo. Ah! E claro: as armas e os gritos dos soldados inimigos sendo carbonizados! “Uah!”

 

10 – TIME COMMANDO – Para o PC

 

Não sei se todo mundo conhece esse game, mas tenho que falar dele.

 

Tenho o CD até hoje, e olha que esse jogo é do meu irmão. Acho que ele nem desconfia que esteja comigo.

 

Se não me engano, meu irmão comprou esse jogo em uma promoção que a Folha de S. Paulo ou o Estadão fizeram há uns anos atrás. Você comprava o jornal e mais um pouco levava um game a cada semana.

 

A história é a seguinte: o personagem do jogo viaja pelo tempo para impedir que um vírus do futuro espalhe o planeta em várias dimensões. Você começa na pré-história e vai viajando por cada era até chegar no futuro.

 

Legal também eram as armas. Na Roma Antiga usávamos lanças e adagas; no Japão tínhamos umas armas ninjas como shurikens, katanas, foices e aquelas espadas de samurais; quando estávamos na Idade Média usávamos clavas, espadas e escudos; já no Faroeste era a vez das pistolas e dinamites. Os inimigos também eram bacanas. Por exemplo, no começo do jogo, na pré-história, tinha um urso e um tigre dentes de sabre; na Idade Média tinhamos de enfrentar uma feiticeira e um demônio; enfim, toda a “carga cultural” de cada época foi muito bem representada no Time Commando.

 

Só espero que meu irmão não sinta a falta desse game e o queira de volta.

 

Valeu para quem leu essa lista! Próximas já estão a caminho!

Alguns games que marcaram época! – Parte I

Postado em Listas e tal... em 05 06 08 por guiroque

foto: http://www.techguru.com.br/imagens/5060.jpg

Ah! Os jogos não estão em ordem de prefêrencia. É que fui escrevendo os que me vieram na cabeça!

1 – MORTAL KOMBAT II para o Mega Drive

 

“Finish him!, Fatality!, Babality!, Friendship!” e o carinha que aparecia no canto da tela gritando: “Iupi!”.

 

Nossa! Demais! Meu primeiro jogo! Lembro como se fosse hoje. Acho que foi, mais ou menos, em 95 ou 96 que ganhei meu primeiro vídeo game. Foi meu pai quem me deu.

 

Estava muito ansioso. Fomos ao shopping Penha, meu pai, minha mãe, meu primo e eu. Nossa! Foi muito bom! Ganhei meu vídeo game. Eu lembro exatamente como foi. Cheguei à loja e fui falar direto com o atendente: “Você tem o Mega Drive 3?! Você tem o Mega Drive 3?!”. Coitado. Teve que me aturar!

 

O Mortal II é muito, mas muito bom mesmo. Também, o primeiro game a gente nunca esquece!

 

2 – TINY TOON – para o Mega Drive

 

Esse foi demais! Aliás, o jeito como ganhei ele foi mais ainda.

 

Meu pai foi na locadora que tínhamos aqui perto de casa e alugou dois cartuchos (na época era em cartucho. Os jogos não eram em CD! Viu como hoje somos modernos?!). Alugou o Tiny Toon e o Radical Rex. O do Rex era legal, mas não chegava aos pés do Tiny. Pois bem, meu pai simplesmente alugou os cartuchos, não pagou e de quebra não os devolveu mais. Acabei que fiquei com os dois games. Ótimo ganhar jogos assim não é?!

 

Jogávamos com o Perninha. A musiquinha das telas era a mesma da abertura do desenho: “É Tiny, é Toon, com muitas novidades…”

 

Excelente também!

 

3 – RESIDENT EVIL 2para o Play I

 

Impossível não falar desse. O primeiro que joguei da melhor série de survival horror. Lembro que quando joguei da primeira vez (quer dizer, tentei jogar) não conseguia matar ou, sequer, correr dos zumbis. Morria com o Leon na rua, devorado pelos mortos-vivos.

 

Um vício danado nesse jogo. Não conseguia sair da delegacia. Nem sabia que tinha o laboratório da Umbrella. Até que um dia, graças à grande “Game Power” e seus detonados, eu e a mulecada aqui em casa conseguimos finalizar o primeiro cenário do Leon. Tudo bem, na verdade quem estava jogando nesse dia não era eu, mas acompanhei todos os zumbis morrendo, todo caminho pelo esgoto e a trágico fim da Ada. Por isso que eu digo que eu também zerei o jogo (fácil zerar assim, né?).

 

Mas depois disso consegui jogar com a Claire (e aquela menininha chata da Sherry), finalizei o segundo cenário dos dois personagens, tirei Rank A com o Leon e a Claire e joguei com o quarto sobrevivente. Só nunca consegui jogar com o Tofu. Alguém sabe como que se faz?!

 

Sei que existem outros Residents excelentes, como o Resident 4, o 5 e agora o Degeneration. Mas, sem dúvida, o Resident 2 marcou época!

 

4 – SONICMega Drive

 

Ah! Do Sonic não tem nem o que falar. Quem nunca jogou se mata!

 

Poxa! Ótimo. O que dava raiva é que a gente se matava para pegar todas as argolinhas e qualquer trisquinho nos inimigos… Pronto! Você perdia todas elas e tinha que pegar tudo de novo,

 

Mas fora isso, ótimo. E derrotar o Robotinik era muito legal!

 

5 – STREET FIGHTER 2 Mega Drive também

 

Ufa! O último dessa lista. Street Fighter, o clássico dos games de luta (junto com o Mortal).

 

Opa! Era um tal de “ Raduken! Raduken!, Roriuken!”… Ryu, Ken, Chun Li, Guile, Bison, Vega, Blanka (que era brasileiro. Aliás, por que os brasileiros sempre são representados com a pior aparência?!…  mas enfim…), o Balrog, o Sagat, o lixo do Dhalsim, o lerdo do Zangief, o lutador de sumô E-Honda. Não sei se existem outros, é que não lembro agora.

 

Lembro que brincávamos que o Vega usava Havaianas, porque os ataques elétricos do Blanka não funcionavam muito com ele.

 

Mas é isso, chegar ao final e derrotar os 4 chefões era o máximo: primeiro o lutador de boxe Balrog; depois o espanholito que subia na grade e gritava (meio suspeito), o Vega; em seguida o lutador de Muai Thai (grande Sagat!) e, por útimo, o Bison.

 

Valeu a pena tudo isso!

 

Ah! Só uma coisa! Sei que muitos estão se perguntando: “Que lista é essa?! Cadê o Mário Bros?!” Calma, vou explicar. É que o Mario era para o Super Nintendo, eu não tive esse vídeo game. Eu jogava o jogo, claro!. Mas nunca tive um Super Nintendo. Por isso não falei dele ainda! Mas nem precisa não é?! O Mário todo mundo conhece.

 

Outra coisa: próximas listas virão. Ainda têm muitos para serem lembrados: Street of Rage, Zelda, Alladin, Metal Slug e um montão aí.

 

Obrigado para quem leu essa!

Livros que valem a pena! – Parte I

Postado em Listas e tal... em 03 06 08 por guiroque
foto: http://www.theambassadors.com
Primeiramente gostaria de agradecer uma tia minha, que desde pequeno me ensinou e me incentivou a ler romances policiais. Principalmente Agatha Christie. Obrigado!

1 – O CASO DOS DEZ NEGRINHOS (foto acima) - da Grande Agatha Christie, “A rainha do crime” 

Muito bom, mas muito bom mesmo! Ótimo! Vale a pena. Conta a história de dez pessoas que não se conhecem e são convidadas, por motivos diferentes, a passar uns dias em uma ilha. Chegando lá, os dez ‘negrinhos’ ouvem, quando estão todos reunidos, uma gravação dizendo o nome e os crimes que cada um cometeu. Todos ficam apavorados e a partir daí um por um começa a morrer. Show de bola! Suspense, frio na barriga, vontade de saber logo o final! Deixo o restante para quem quiser ler. Olha o poeminha que tem no livro (é desta forma que cada um irá morrer, mas claro que você só entenderá se ler o livro):

“Dez negrinhos vão jantar enquanto não chove;
Um deles se engasgou, e então ficaram nove.
Nove negrinhos sem dormir: não é biscoito!
Um deles cai no sono, e então ficaram oito.
Oito negrinhos vão a Devon em charrete;
Um não quis mais voltar, e então ficaram sete.
Sete negrinhos vão rachar lenha mas eis
Que um deles se corta e então ficaram seis.
Seis negrinhos de uma colméia fazem brinco;
A um pica uma abelha e então ficaram cinco.
Cinco negrinhos no foro, a tomar ares;
Um ali foi julgado e então ficam dois pares.
Quatro negrinhos no mar, a um tragou de vez.
O arenque defumado, e então ficaram três.
Três negrinhos passeando no Zoo. E depois?
O urso abraçou um, e então ficaram dois.
Dois negrinhos brincando ao sol, sem medo algum;
Um deles se queimou e então ficou só um.
Um negrinho aqui está a sós, apenas um;
Ele então se enforcou, e não ficou nenhum”

Sentiu o drama, né?!

2 – O MISTÉRIO DO VALE BOSCOMBE (Sherlock Holmes) – Sir. Arthur Conan Doyle

Esse comentário aqui é em agradecimento ao meu primo. Foi ele que me indicou as histórias do Sherlock, especialmente essa. Valeu aí!

Na verdade, a maioria dos livros do Sherlock são agupamentos de histórias pequenas, inclusive esse. Há exceções como: ‘Um estudo em vermelho’, ‘O cão dos Baskervilles’, ‘O signo dos quatro’, não lembro agora de todos. Mas, em ‘O mistério do vale boscombe’ há uma história que é, na minha opinião, uma das melhores. Chama-se ‘As cinco sementes de laranja’, conta um caso de um rapaz que recorre ao Sherlock (e ao fiel Watson também) pedindo ajuda pois está recebendo 5 sementes de laranja secas em um envelope, as mesmas sementes que seu tio recebeu antes de ser assassinado. E adivinha o que descobrimos? Sim, Conan Doyle envolveu a Ku Klux Klan no conto. A Ku Klux Klan é o nome de uma associação americana formada por ex-soldados com o objetivo de aterrorizar os eleitores negros através de assassinatos. O nome dessa organização vem do barulho que se faz ao engatilhar um rifle (ku klux klan). No decorrer da história descobre-se o porquê do medo do rapaz, quais foram os motivos que levaram o tio dele a ser assassinado e também ficamos sabendo se Sherlock tem sucesso ou não na investigação. Excelente! Leiam!

3 – GINCANA DA MORTE – do Marcos Rey

Apesar de ser um livro infanto-juvenil, da série Vagalume, “GIncana da morte” não deixa nada a desejar. Marcos Rey (de quem sou fã) nos fornece um suspense urbano, aqui na cidade de São Paulo. Relata a luta contra o tempo de Tim, um garoto que, pra fugir de uma chuva, vai a um bar. Ao se sentar, escuta uma conversa na mesa ao lado de dois homens que planejam matar uma senhora, a “Baronesa”. Pronto, é aí que começa a luta contra o tempo de Tim para tentar salvar a Baronesa e esclarecer o mistério, e o pior é que Tim reconheceu um dos mandantes do assassinato e não tem a mínima idéia do paradeiro da vítima. O livro é fantástico! Marcos Rey faz a gente sentir o cheiro da cidade, o clima de agitação, o dia-a-dia aqui em São Paulo.

4 – OS CRIMINOSOS VIERAM PARA O CHÁ – Stella Car

Stella Car é uma autora infanto-juvenil e assim como Marcos Rey, sua história não deixa nada a desejar. Os criminosos vieram para o chá nos provoca a sensação típica dos britânicos. Ruas desertas, madrugadas frias e nubladas, detetives em ação e uma velhinha que toma chá à tarde. Outra sensação é o mistério que paira no ar. Quatro homens assaltam uma joalheria sem deixar nenhum vestígio, sem janelas quebradas, sem alarmes, nada de provas espalhadas, tudo vai bem; entretanto, um deles engana os outros três e ’some’ com as jóias. Ao lado da joalheria, uma simpática velhinha com problemas de memória, Miss Penny, sempre prepara chá com bolinhos todas as tardes. Aí você se pergunta: “Tudo bem, mas o que uma coisa tem a ver com a outra?”. Calma! Acontece que os ladrões pensam que as jóias podem estar na casa da simpática Miss Penny e após visitá-la todos são encontrados mortos, envenenados com veneno para ratos. Ué? Mas a velhinha os envenenou? Por quê? Ela não sabia do crime! Bom, agora só lendo mesmo. Mas adianto, o final é surpreendente!

5 – ADMIRÁVEL MUNDO NOVO – Aldous Huxley

Engraçado como fui gostar desse livro. O li a primeira vez para uma prova de Língua Poruguesa na faculdade. No início queria matar a professora pela indicação. Achava ele muito chato, mas foi só no começo. No decorrer da leitura meu interesse começou a aumentar e um capítulo me interessava mais que o outro, queria saber o que aconteceria com o John, o Selvagem.

Admirável mundo novo foi escrito em 1932 e, acreditem ou não, retrata uma sociedade futurista onde não há mais valores como família, casamento, religião, fidelidade. Todas as pessoas são produzidas em série nos laboratórios e são classificada em castas: os alfas são os superiores, depois os betas, em seguida os gamas e por último os ípisolons, que são os ‘braçais’ da sociedade. O sexo é ensinado às crianças na escola, as pessoas não se apaixonam e existe a distribuição de uma droga chamada ‘Soma’, que fornece a felicidade imediata e o esquecimento das frustrações, garantindo assim o lema da sociedade: “Comunidade, identidade, estabilidade”.

Aldous Huxley, em seu livro, trabalha com perfeição uma sociedade alienada e condicionada, desde bebês eles são induzidos a  pensarem e agirem de determinada maneira. O mais surpreendente é que todos são conformados e felizes com a sua situação, até os ipísolons! Sinceramente, essa realidade não é tão distante assim…

6 – DEPOIS DO FUNERAL – Agatha Christie

O primeiro livro que li da Agatha. Nossa! Me lembro como se fosse hoje a dificuldade que foi me acostumar com o meu companheiro detetive belga, Hercule Poirot (muitos pronunciam \Poiróti\, eu falo \Poirô\. Foi minha tia graduada em direito pela USP que me ensinou a ler dessa forma, então, quem discordar da fonética do nome, por favor, reclame com ela).

Fantástico! Inacreditável!

Após o funeral do irmão, Cora Albernethie declara, no meio da sala, com toda a família reunida, que seu irmão Richard foi assassinado. Pronto! Começa o suspense. E agora? Adivinhem? Lá vem Poirot pra solucionar o caso. O pior é que a família toda desconfia do equilibrio mental de Cora e não dão crédito às suas palavras. Mas, Poirot, perspicaz como sempre, acha que não é certo duvidar das palavras de Cora. Agora, só lendo mesmo!

Ah! Só uma coisa: Neste livro temos uma senhorinha muito interessada em montar uma casa de chá.

E aí?! Leia o livro e descubra!

7 – NOITE NA TAVERNA – Álvares de Azevedo

Clássico da literatura Romântica Brasileira! Quem não conhece?!

Acontece que não posso deixar de escrever sobre esse livro. Muito show!

Homens falam de suas ‘orgias e casos amorosos’ de uma forma macabra, pertubadora, mas, ao mesmo tempo empolgante. Uma mãe é capaz de matar o próprio filho e o marido degolados por causa de um amor fora do casamento; um homem naufraga no mar e se alimenta de carne humana, mais precisamente do marido de sua amante; um casal morto envenenado apodrecendo dentro de casa; incesto: um dos homens que está na taverna confessa que desonrou a  própria irmã. Esses são apenas alguns dos casos macabros e sinistros relatados pelos personagens que estão em uma taverna à noite.

No livro de Álvares de Azevedo, o mais surpreendente é que o amor, a obsessão, o desejo sexual são sempre punidos com a morte, com a loucura, com o peso na consciência. São histórias sensacionais!

8 – O MISTÉRIO DO CINCO ESTRELAS - do Marcos Rey

Opa! Mais um clássico da série Vagalume. Acho que esse, a maioria das pessoas já leram quando eram pequenas. O trio Léo, Gino e Ângela. Quem lembra?

Pois é, trata-se de um livro, diria um dos melhores do Marcos, que conta o sufoco que Léo passa para desvendar um mistério. Mensageiro do Emperor Park Hotel, Léo vê um corpo em um dos quartos. O pior é que quando ele fala o que viu ninguém dá crédito ao rapaz. Ele perde o emprego no hotel mas mesmo assim decide investigar.

Além do suspense, que já bastaria por si só, o grande Marcos nos apresenta a vida pessoal de Léo, sua amizade com seu primo e amigo detetive Gino e o primeiro amor do rapaz, Ângela. Os três formam um trio de detetives de dar inveja! Mas uma vez o cenário é a cidade de São Paulo, o dia-a-dia agitado. Ah! Só para você saber esse livro já vendeu quase 3 milhões de exemplares. É um clássico da literatura infanto-juvenil.

9 – O DIABO VESTE PRADA – Lauren Weisberger

Mudando totalmente o estilo das leituras indicadas (não que todas tenham sido de Literatura Policial), mas O Diabo veste Prada é excelente! Muito Bom!

Acredito que boa parte de vocês já tenham assistido o filme. Pois então, se você gostou do filme vai gostar ainda mais do livro. Andrea é recém-formada em jornalismo, sai da faculdade e vai trabalhar como assistente de Miranda, a famosa editora da revista de moda ‘Runway’. Acontece que o emprego é muito bom, sem dúvida. Mas a vida pessoal de Andrea vai para o espaço. O trabalho a absorve 24 horas por dia, a chefe não para de procurá-la exigindo coisas absurdas, como por exemplo fazer com que Andrea compre uma peça que Miranda viu em um antiquário da cidade de Nova York, acontece que Miranda não sabe o nome da loja, nem o telefone, não sabe nem a rua. Pronto! E agora? Achar uma peça em um dos antiquários de Nova York sendo que você não sabe sequer o telefone da loja é complicado. Mas essa é só uma dentre várias coisas que acontecem com Andrea. A relação dela com o namorado esfria, sua melhor amiga tem um pequeno problema com a bebida e Andrea não tem tempo de ajudá-la, sem mencionar a família, que Andrea fica afastada.

O livro percorre o mundo da moda. Quem se interessa por ele com certeza vai gostar. Mas, acima disso a leitura é chocante, pois percebemos que como diz o slogan do filme “O emprego dos sonhos vem com um pesadelo de chefe”.

Na verdade Andrea é uma adaptação de Lauren (a escritora), que teve um destino parecido ao sair da universidade. Atrevo-me a dizer que Lauren Weisberger despejou tudo o que passou nesse livro. Ah! Além da vida atribulada de Andrea e o seu esforço para tentar conciliar a vida profissional com a pessoal, o livro tem cenas hilárias; como por exemplo, a de uma bêbada amiga de Andrea que tira a roupa no meio da rua e é presa. Hilário!

10 – A MALDIÇÃO DO ESPELHO – Agatha Christie

Ufa! Última indicação de leitura dessa primeira parte. E é claro que eu tinha que terminar com o meu gênero favorito: Romance Policial, e de quem? Isso mesmo, mais um da Rainha.

A maldição do espelho traz, dessa vez, Miss Marple como detetive. Ela é uma velhinha muito simpática. Gosto muito dela. Outros livros (que falarei deles ainda, aguardem!) com a Miss Marple são: “A testemunha ocular do crime”, “Mistério no Caribe” e “Nemesis”.

“A maldição do espelho” traz a vida de uma atriz de cinema, Marina Gregg, que junto de seu marido, só deseja ter uma vida tranqüila em uma casa campestre. Mas, como não poderia deixar de ser, assassinatos tinham que acontecer (ah! até rimou). Durante uma recepção em sua casa, uma fã de Marina bebe um drink que era para a atriz e morre envenenada (se não me engano com cianureto). Agora o mistério está aí! E a simpática velhinha já começa suas veladas investigações.

Muito bom também!

Agradeço a todos que tiveram paciência e leram essa minha lista. Obrigado! Pretendo fazer outras em breve.