Casa aqui da rua.
A casa que eu quero cheira a pinho sol,
Tem jardim, varanda e cadeira de balanço,
Passo lá e só fico imaginando.
Pensando no casal de velhinhos que mora lá,
No chá que eles tomam às quatro da tarde,
E no cheiro do pinho sol que se espalha pela rua.
Hoje é difícil achar lugares assim.
Tudo está tão cinza, tão asfalto, tão frio,
Mas a casa que eu quero tem um sapo de cerâmica no jardim.
E lá é o lugar ideal: tranqüilo, tranqüilo.
(Guilherme Roque)
29 10 08 às 11:13 am
Esse casal de velhinhos é que tem sorte. Viveram em uma época em que o ar e tudo que os rodeavam eram puro, com suas paisagens mais verdes.
Muito bem lembrado, Guilherme.
E que bom que você voltou!
Já estava com saudade dos seus posts.
Big Bjs!
31 10 08 às 10:08 pm
sonho de consumo de várias pessoas (inclusive eu)
beijão!
04 09 09 às 8:39 pm
poutz kra… perto daonde eu trabalho tem uma casinha assim.
Quarta-feira, voltando do almoço, passo em frente daquela casa e como me bate uma saudade da minha infância…
abraços!